Um vazamento de dados da SplitVPN, serviço russo anteriormente conhecido como NotVPN, expôs informações pessoais de aproximadamente 865 mil usuários. O incidente ocorreu em julho de 2026 e envolveu e-mails, endereços IP, localização e dados parciais de cartões.
O material comprometido teria sido retirado de um banco SQL de 17 GB e distribuído em um fórum cibercriminoso. A análise identificou cerca de 23,4 milhões de registros de usuários, 13,6 milhões de dispositivos e 2,6 milhões de pagamentos.
A base também continha quase 58 milhões de registros de conexão, com informações sobre qual dispositivo acessou determinado servidor da VPN e o horário exato da atividade. Os registros abrangem o período entre junho de 2025 e 21 de julho de 2026.
Embora não indiquem os sites visitados, os metadados podem relacionar contas, dispositivos, IPs e servidores utilizados.
A descoberta contradiz a política divulgada anteriormente pela empresa, que prometia não manter históricos ou registros de conexão. A exposição é especialmente sensível para pessoas que utilizavam o serviço para contornar censura e vigilância.



